Recentemente fomos comprar o enxoval do Inácio e ficamos cerca de dois dias batendo perna de loja em loja, de feira em feira. Antes disso, já tínhamos comprado algumas coisas como o berço, cômoda, carrinho, entre outros. Contudo, dessa vez fomos em busca do grosso do enxoval.
Confesso que cansei e que não foi nada divertido assim. Passar quase três horas dentro da mesma loja não é necessariamente minha idéia de diversão. Gisele também cansou, mas ela se esbaldou com todas aquelas roupinhas e conjuntinhos. Eu, por minha vez, dava umas voltinhas por aí para arejar um pouco. E toda vez que voltava, lá estava ela feliz da vida no meio de cestas e cestas de culotes, mantas, bodys e macacões. E ela olhava pra mim e dizia: “Veja que roupinha mais linda...” e eu sorria de volta. E eu tenho que confessar também, que até que era divertido ver aquelas roupinhas todas e imaginar nosso bebezinho nelas. Vai entender, né?
E as feiras? Numa loja sempre há um lugar pra sentar, mas na feira não. E aquele passinho lento de banca em banca? Não era metade ainda da feira e eu já estava morto. Mas aí eu olhava pra Gisele, com aquele barrigão e toda animada, e tentava encontrar explicações para tanto vigor. São coisas da maternidade, só pode. Coisas que nós pais nunca vamos compreender por inteiro... Tudo o que eu queria era ir embora, contudo ela, que continuava firme e forte, olhava pra mim e com uma voz maternal dizia: “Daqui a pouco nós já vamos, ta bom?” E lá ia eu a acompanhando...
Confesso que cansei e que não foi nada divertido assim. Passar quase três horas dentro da mesma loja não é necessariamente minha idéia de diversão. Gisele também cansou, mas ela se esbaldou com todas aquelas roupinhas e conjuntinhos. Eu, por minha vez, dava umas voltinhas por aí para arejar um pouco. E toda vez que voltava, lá estava ela feliz da vida no meio de cestas e cestas de culotes, mantas, bodys e macacões. E ela olhava pra mim e dizia: “Veja que roupinha mais linda...” e eu sorria de volta. E eu tenho que confessar também, que até que era divertido ver aquelas roupinhas todas e imaginar nosso bebezinho nelas. Vai entender, né?
E as feiras? Numa loja sempre há um lugar pra sentar, mas na feira não. E aquele passinho lento de banca em banca? Não era metade ainda da feira e eu já estava morto. Mas aí eu olhava pra Gisele, com aquele barrigão e toda animada, e tentava encontrar explicações para tanto vigor. São coisas da maternidade, só pode. Coisas que nós pais nunca vamos compreender por inteiro... Tudo o que eu queria era ir embora, contudo ela, que continuava firme e forte, olhava pra mim e com uma voz maternal dizia: “Daqui a pouco nós já vamos, ta bom?” E lá ia eu a acompanhando...
Entretanto, todas essas andanças me levaram a refletir um pouco nos sacrifícios que fazemos pelos filhos ou pela pessoa amada. Por esses sacrifícios e doações somos purificados e nos tornamos pessoas melhores e mais amorosas. Se percebemos bem, são esses pequenos momentos que nos permitem crescer como família e na unidade matrimonial. É importante pensar nessas coisas e não ficar só reclamando de andar e andar por aí.
Terminamos as compras cansados e com fome. Mas até que foi legal. Agora vem lavar, passar e guardar tudo. Mas isso é assunto pra outro dia, não hoje... outro dia.